Entre as diversas reações, algumas questionam “até quando Senhor Presidente Filipe Nyusi?” Ou seja, os internautas pedem que o Presidente Nyusi determine reformas eficazes no sector castrense para travar este mal que dia pós dia vem destruindo famílias e instalando o medo na sociedade moçambicana, afugentando investidores e matando sonhos de milhares de cidadãos que se sentem desprotegidos.
De referir que os sequestradores teriam ligado à família e dito que o empresário se encontrava mal de saúde e que o deveriam ir buscar num determinado lugar. Os familiares encontraram o empresário moçambicano de origem asiática inanimado e levaram-no para um hospital, onde foi imediatamente declarado morto.
De acordo com a polícia, o empresário foi abandonado na zona de Tchumene, nos arredores de Maputo, e tinha ferimentos e sinais de agressão. Ele tinha sido raptado, por um grupo armado, no dia 14 de Dezembro, em frente a um dos seus estabelecimentos comerciais na Matola. Imagens de videovigilância no local mostram o momento em que o grupo de quatro homens arrastou o empresário para uma viatura à luz do dia.
Confrontada com esta notícia, a ministra do interior, Arsénia Massingue, garantiu que o Serviço Nacional de Investigação Criminal está a trabalhar para esclarecer o caso: “Nós queremos, primeiro como Ministério do Interior, lamentar esta perda, é uma vida que se perdeu, e referir que em relação ao trabalho que está em curso e que visa o esclarecimento deste e de outros casos, o SERNIC irá pronunciar-se nos próximos dias sobre o que é que está a ser feito no concreto.”
Câmara de Comércio de Moçambique diz “basta”
Reagindo a Câmara de Comércio de Moçambique (CCM) diz lamentar, profundamente, a recente morte do senhor Hayyum Ali Mamade, empresário com investimentos diversos, vítima da barbárie do crime organizado que semeia e desestabiliza a classe empresarial moçambicana.
É tempo de dizer “basta” à onda de raptos e sequestros protagonizados por indivíduos sem escrúpulos, sanguinários e sem o mínimo de sentimento de humanidade que, para além de desestabilizaram emocional e financeiramente as famílias, demonstram a brutalidade dos seus actos, causando a morte e o luto nas famílias das suas vítimas.
A CCM condena com veemência este horrível crime social e insta a quem direito a tomar as devidas medidas para o rápido esclarecimento deste caso e a responsabilização dos seus perpetradores.
A economia de um país não se edifica num clima de permanente medo e consternação dos seus principais agentes.
Moçambique não deve continuar a conviver com estas forças do mal e de tirania contra a nossa classe empresarial. Repudiamos a acção do crime organizado que tem como alvo os agentes económicos e suas famílias.
Enquanto manifestamos a nossa solidariedade com a família enlutada, reafirmamos que somos pela segurança da classe empresarial e do fazer negócios em Moçambique, pelo que, reiteramos o nosso apelo para que se trabalhe, afincadamente, para o esclarecimento deste hediondo crime e responsabilização dos seus agentes e autores. (INTEGRITY)








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