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Home Integrity Reflexões O caldeirão do escriba

SECTOR DA EDUCAÇÃO: Quem põe o guizo ao gato?

Estamos na alvorada de um novo ano e, depois da recente quadra festiva, os pais e encarregados de educação são chamados a preparar e organizar a frequência dos seus educandos no presente ano lectivo. É o ciclo normal das coisas, porém cabe aqui fazer alguns considerandos, em virtude dos últimos acontecimentos no sector da educação.

10 de Janeiro, 2026
em O caldeirão do escriba
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Qualquer Governo que se preze, coloca a educação no topo do ranking das suas prioridades, porquanto a formação do homem do amanhã é o garante do desenvolvimento (ou a continuação do desenvolvimento) de uma Nação. Então, seria mister que o actual governo moçambicano prestasse mais atenção à educação e a tudo a ela inerente.

Infelizmente, olhando friamente para a nossa realidade actual, no sector da educação, fica-se com a sensação de pouco caso. É um sector nevrálgico entregue ao “deus-dará”! Mais comprometimento precisa-se. Vamos lá tentar escalpelizar o que precisa de ser trazido à tona, a ver se os senhores decisores, pais, encarregados de educação, professores e alunos encontrem uma saída airosa para o estado actual das coisas.

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Bom, nem queria ressuscitar fantasmas, mexendo na briga que envolve a classe docente _versus_ Governo, mas… os seus contornos têm estado a reflectir-se no terreno. Repetidamente… Alguma abstinência, greves, etc. Afinal, porque é que o Governo não honra definitivamente a sua palavra, em relação aos professores? Desde o consulado dirigido pelo homem que mandou os professores beberem água, até ao actual consulado cujo Timoneiro é o Daniel Chapo, só se ouvem promessas e conversações que nunca produzem efeitos.

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Em outras latitudes e longitudes, os professores são grandemente importantes e honrados, em virtude da nobre e espinhosa missão que têm de formar o homem do amanhã. Que motivação para trabalhar e transmitir conhecimentos terá um professor esfomeado e sem os seus honorários? Depois reclamamos da displicência com que alguns deles levam a cabo o seu trabalho e lhes culpamos quando um aluno chega ao ensino pré-universitário sem saber ler/escrever correctamente ou interpretar um texto. Enfim…

Recentemente, numa das escolas secundárias de Nampula, os pais e encarregados de educação foram “amotinar-se” na referida escola, em virtude das reprovações em massa. Sobretudo na 9@ classe! Na verdade, as reprovações em massa ocorreram pelo País inteiro… Os “amotinados” exigiam explicações! Não concordavam com os resultados obtidos pelos seus educandos. Houve turmas constituídas por 50, 60 alunos… onde somente 6 alunos é que transitaram de classe. Granda novidade!!! Para além de exigirem explicações, culpavam os sacrificados professores pelas massivas reprovações. Diria que foi um “bode expiatório” mal escolhido! Doente, magrinho… o “bode”!

O aluno de hoje não estuda, não tem verdadeiro compromisso com os estudos e no final do ano lectivo a culpa é dos professores? Vamos lá ser razoáveis! Tenho o privilégio de conviver com professores de todos os níveis (primário, secundário e universitário), daí ter alguma informação sobre os meandros do ensino, metodologias de ensino e por aí vai. Redes sociais, TikTok, consumo de bebidas alcoólicas e sexo precoce têm sido as “ocupações” da larga maioria dos estudantes actuais. No decorrer de uma certa aula, as salas ficam semi-vazias, porque os “sabichões” preferem vadiar pelo recinto escolar, em vez de assistir às aulas.

No tempo em que estive no ensaio secundário, muitas vezes, um ou outro professor não se fazia presente, por motivos diversos. Aí o chefe da turma improvisava uma aula (coisa pouco aderida, reconheço), mas também acontecia que uma parte da turma permanecia na sala e nozoutros íamos espairecer no pavilhão da escola (assistindo às aulas de Educação Física de outras turmas) ou jogando futebol. Nada de andar à-toa pelo recinto escolar (ou mesmo fora), como os alunos fazem actualmente.

Depois, no final do ano lectivo, reprovam em massa e.… são deles os pais e encarregados de educação que aparecem para “barulhar” os professores!?! Ah, não! Onde é que esses pais e encarregados de educação estavam ao longo do ano lectivo? Só se preocupam com a matrícula, material escolar e uniforme, marimbando-se para o resto! Cadê o acompanhamento pedagógico dos seus educandos? Alguns alunos conseguem manipular os pais, é claro, dando a entender que estão indo bem nos estudos, porém isso só acontece com aqueles pais que, mesmo não fiscalizando o aproveitamento do seu educando, ainda tentam perguntar qualquer coisa. Porque a maioria nem pega o material dos seus; apenas querem resultados, mesmo não tendo ideia do que o seu educando fez ou deixou de fazer durante o ano lectivo.

Professores há que para tentar amenizar o fraco aproveitamento dos seus alunos, usam “técnicas” diferentes para ver se algo muda. Um deles, dá um teste normal (AP, por exemplo) e o resultado é um desastre completo. Daí divide a turma em grupos, na perspectiva de que duas ou três cabeças juntas pensam melhor do que uma e.… negativo; o cenário das baixas notas repete-se. Inconformado e com vontade de ver a sua turma a alcançar algum resultado, lança a última tentativa de avaliação, na qual os alunos deverão fazer o teste nas suas casas. Não o famoso TPC, mas teste! Mesmo dispondo de tudo, aqui também as baixas notas se evidenciam. A culpa é do professor? Convenhamos!!! Depois lá aparece a alta hierarquia da Educação culpabilizando o professor. Errado…

É bem possível que essas constantes mudanças curriculares baralhem os alunos, embora essa possibilidade seja descabida, mas já é altura do Governo saber o que pretende nesta área. Não é porque os filhos dos dirigentes estudam em Colégios de performance elevada ou mesmo fora do País que vão dar pouco caso ao estado do ensino intramuros.  Ainda estou com uma pulga atrás da orelha, por causa daquelas passagens automáticas.  Onde queriam chegar? Não se pode hipotecar o futuro do País, por conta de decisões levianas e folclóricas!

Ensinar, educar é algo que se faz com amor, daí que acredito que os professores, alunos de ontem, sentem empatia pelas novas gerações que eles estão a formar e é pouco expectável que estejam ali para dificultar a vida do aluno. O que se pede é que o Estado se responsabilize com os honorários e incentivos que são um direito deles e, quem sabe, o desempenho será ainda melhor.

Quanto aos alunos, pouco há a dizer, porquanto todos eles sabem com que finalidade foram matriculados. Para estudar, formar-se e serem “alguém na vida”! Nem mais…

Aos pais e encarregados de educação, apenas se pede que de forma sistemática acompanhem o dia-a-dia estudantil dos seus educandos para que no final do ano lectivo não sejam surpreendidos com resultados negativos e se “amotinem” nas escolas. Nada de se justificar com a falta de tempo ou algo assim, porque a educação e formação do homem começa mesmo centro de casa.

Em jeito de conclusão, devo dizer que, tal como os demais sectores da vida, o sector da Educação também funciona em CADEIA, havendo a necessidade de complementaridade entre todos, a fim de se obterem RESULTADOS. Se uma parte da CADEIA pouco ou nada faz para cumprir as suas responsabilidades, é a CADEIA toda que se ressente e se torna disfuncional. Que no novo ano lectivo haja mais comprometimento com a educação e mudanças sejam operadas para que haja bons resultados.

E mais não disse!

Por: Tércio Nhassengo [email protected]

Tags: GatoGuizoSector
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