A infraestrutura, construída pela Sasol no âmbito do Acordo de Partilha de Produção (PSA), representa um marco decisivo para o sector energético e para o processo de industrialização do país.
No seu discurso, o Presidente Chapo afirmou que, com a entrada em funcionamento da IPF, Moçambique deixa de depender da importação de gás de cozinha, o que permitirá poupar recursos financeiros e garantir energia mais limpa, eficiente e acessível às famílias. Acrescentou ainda que este passo coloca o país “no caminho da independência económica”.
A IPF foi concebida para processar 23 milhões de Gigajoule de gás natural que irão abastecer a Central Térmica de Temane (CTT), com capacidade instalada de 450 megawatts. O projecto inclui também a produção de 30 mil toneladas anuais de Gás de Petróleo Liquefeito (GPL), equivalente à cerca de 75% da procura nacional, além de processar 4 mil barris diários de petróleo leve para exportação.
Por sua vez, o Presidente Cyril Ramaphosa felicitou Moçambique por avançar, passo a passo, no seu processo de industrialização, sublinhando que a África do Sul continuará a cooperar com o país em matéria de energia e desenvolvimento económico.
Com um investimento de 760 milhões de dólares, o PSA é considerado um mega-projecto estratégico para Moçambique, pela geração de emprego, promoção da mão-de-obra local e reforço da segurança energética, consolidando a visão de “Energia de Moçambique para Moçambique”. (Armindo Vilanculos)







