Como se pode imaginar, a extracção do ouro em Manica vem desde a era do império de Mutapa, onde a luta por aquele produto bastante apreciado pelo mundo arrasta-se desde lá para cá, claro que com o andar do tempo as lutas tendem ainda a serem modernizadas, onde se envolvem pessoas com um certo poderio financeiro e influência elitista e política do país.
No norte do distrito de Vanduzi, centro da província de Manica, está a famosa mina de seis carros, antes do decreto governamental, a actividade dos mineiros industriais e artesanais convergiam naquele local, entretanto nesses últimos dias com a interdição da mineração para as empresas mineiras, o garimpo e a operação artesanal vai passeando a sua classe para a frustração das grandes firmas que tinham o ouro como o seu ganha vida.
Nos últimos dias, rodam em diversos órgãos de comunicação social, várias narrativas sobre a mineração na região de seis carros, outras até mancham alguns nomes numa clara alusão que a corrida pelo ouro de Manica é renhida e os concorrentes não medem esforços para ser o primeiro a cortar a meta da maratona.
À Integrity não se fez de rogado, foi atrás de mineradores artesanais que operam nas minas de seis carros, onde se reportam várias perseguições entre um dos mineradores empresarial que viu a sua licença suspensa, e os artesanais que continuam a extrair o ouro porque para o Governo moçambicano, a actividade daquela classe não vai contra a poluição ambiental razão pela qual que as grandes empresas mineiras foram mandadas parar.
Na mina de seis carros, tem uma cooperativa de mineração artesanal composta por 9.700 membros idos de todo o país, estes que nestes últimos dias têm sofrido várias, perseguições e tentativas de desmoralização da actividade no local, porque se sente que com os artesanais a operaram os industriais, poderão não encontrar o ouro caso o governo pense em voltar na sua decisão.
Nelson Filipe Saniyamgane é o presidente da cooperativa mineira de seis veículos, conta que ele e seus membros sofrem perseguições de várias formas vindas de um operador Industrial que tem pelo país várias concessões mineiras e que se sente prejudicado porque está impedido de operar no local.
“Estamos sofrendo muita chantagem e perseguições, com as pessoas que apreciam essa mina aqui, já tentaram fazer de tudo para persuadir ao governo nos expulsar daqui, a última vez que vieram para aqui solicitaram um encontro, e não aceitamos porque não tinha na delegação deles nenhum membro do governo, é que eles querem que nó trabalhemos para eles, ou seja, querem que divida connosco, a produção mesmo eles sem estarem a operar, e negamos a proposta, estamos aqui desde Março, e já estamos somando prejuízos, porque não é fácil encontrar o ouro aqui, é preciso muito investimento e muita gente já penhorou seus bens para investir aqui nas minas e não pode vir alguém nos chantagear, eu lhes disse que se quiser pode nos matar todos”, dissertou Saniyamgane com um tom furioso.
Apesar de várias negociações goradas entre o alegado empresário e a associação, eis que uma das partes inventa outra artimanha para tirar os artesanais das minas dos seis carros, usando órgãos de comunicação social.
“Para tentar convencer o governo, usaram um dos vossos colegas para fazer reportagens, fictícias e foi filmar crianças num dos rios onde já abandonamos por ordens das autoridades ambientais, voltou mais para aqui e montou fontes inventou que houve mortes numa mina que desabou faz tempo e que quem operava lá era uma empresa que está suspensa, todas essas notícias é só para nos tirar daqui, mas nós vamos até a última consequência” prometeu o chefe de mineiros artesanais de seis carros, que explicou que o controlo dos garimpeiros e feito minuciosamente no local e que não há tragédia sem que eles prestem primeiros socorros e que não tenham conhecimento.
A Integrity tentou sem sucesso atempadamente ouvir as autoridades mineiras sobre o assunto. No entanto, há relatos que alguns operadores, mesmo com a interdição extraem o ouro, a revelia e em reacção a situação a membro da brigada central do partido FRELIMO de apoio político a província de Manica, Esperança Bias, que também já foi ministra de recursos minerais e energia em Moçambique é de opinião que todo aquele que desacatar a ordem do governo deve ser sancionado. (INTEGRITY)








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