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“O que aconteceu na Guiné-Bissau foi um GOLPE CERIMONIAL (…) ninguém deve brincar com os cidadãos do País”, defende Goodluck Jonathan em entrevista

INTEGRITY-MOÇAMBIQUE, 2 de Dezembro de 2025-O antigo Presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, que foi observador das eleições na Guiné-Bissau, concedeu uma grande entrevista há diferentes órgãos de comunicação social após aterrar na sua terra natal, onde explicou o que aconteceu em Bissau nos últimos dias e a sua visão sobre o controverso golpe de Estado.

2 de Dezembro, 2025
em Grande Entrevista
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“O que aconteceu na Guiné-Bissau foi um GOLPE CERIMONIAL (…) ninguém deve brincar com os cidadãos do País”, defende Goodluck Jonathan em entrevista
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Segundo Goodluck Jonathan, “o que aconteceu na Guiné-Bissau, eu não chamaria de golpe. Não foi golpe. Talvez algumas pessoas descrevam como, por falta de uma palavra melhor, eu diria talvez um golpe cerimonial. Porque foi o próprio Presidente Embaló quem anunciou o golpe antes mesmo de, mais tarde, um militar vir falar ao mundo dizendo que estavam no controlo de tudo. Ora, Embalo já tinha anunciado o golpe–o que é estranho.”

Para Goodluck Jonathan, “e não só anunciou o golpe, mas Embaló, enquanto o suposto golpe acontecia. Ele estava a usar o telefone e a falar com órgãos de comunicação social de todo o mundo dizendo que tinha sido detido. Sou nigeriano, tenho quase 70 anos, e sei como tratam os chefes de Estado quando ocorre um golpe. Recentemente fui mediador no Mali, mediador da CEDEAO, e durante esse período houve um golpe militar.”

“Um militar não toma o poder e deixa o Presidente deposto a fazer conferências de imprensa e a anunciar ao mundo que foi detido”, afirmou Goodluck Jonathan.

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Como é que isso acontece? Quem está a enganar os outros? — Goodluck Jonathan respondeu: “basicamente, o que aconteceu na Guiné-Bissau é profundamente perturbador para mim, que acredito na democracia. Na verdade, sinto-me mais magoado do que no dia em que telefonei ao Buhari para o felicitar quando perdi as eleições como presidente em funções.”

“O que está a acontecer agora é como estivéssemos a regressar aos dias sombrios da Guiné-Bissau quando os militares podiam fazer o que bem entendessem. É totalmente inaceitável. As eleições foram realizadas pacificamente. Houve uma reunião de todos os chefes das missões de observação, que fizeram os seus relatórios. Ninguém apresentou nada diferente. As eleições foram pacificas–a contagem decorreu normalmente, os resultados foram processados de forma ordeira e o comportamento dos funcionários eleitorais, da segurança, dos delegados, dos eleitores… tudo correu bem. Foram boas eleições, e estávamos à espera que os resultados fossem anunciados. E então, enquanto estavam a recolher os resultados–na verdade, já tinham recolhido todos. Sabem que os resultados das eleições presidenciais são recolhidos em diferentes níveis. Os resultados regionais já estavam prontos e estavam a ser reunidos na capital e quando já estavam quase a terminar e todos aguardávamos o anúncio, Embaló anunciou que havia um golpe. Que tinham tomado o poder. Que o tinham detido. Mas, por todas as indicações, ninguém o deteve (…)”, contou Goodluck Jonathan.

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De acordo com o observador eleitoral, Goodluck Jonathan, “a minha convicção – e digo isto como responsável na CEDEAO e na UA – é que os resultados devem ser anunciados. Eles têm os resultados, porque os oficiais da UA e da CEDEAO estiveram em todas as regiões quando os resultados foram recolhidos, e esses resultados não podem ser alterados. Eles devem juntar todos os resultados e anunciá-los. Não podem expulsar os militares à força, mas devem anunciar para que o mundo saiba quem ganhou as eleições. O mundo tem de saber quem venceu. É uma responsabilidade moral, porque os resultados existem. A UA e a CEDEAO têm os resultados. Portanto, não pode haver brincadeiras. Ninguém deve tratar os outros como tolos.”

“Não existe golpe militar precisamente no momento em que os resultados eleitorais estão para ser anunciados. Como? E muito menos quando é o próprio presidente quem anuncia o golpe. Isso não acontece em lado nenhum”, defendeu Jonathan.

Quando questionado porque “o senhor fala de forma sentida – percebe-se a dor, porque é alguém que acredita que a democracia constitucional deve prevalecer. Para as pessoas envolvidas, porque o senhor também partilhou o seu forte sentimento de que este golpe foi engenhado pelo presidente Embalo, um ex-militar. A pergunta é: sendo ele alguém que presidiu à CEDEAO, como é que alguns de vós, que partilham a mesma organização, analisam isso?

Respondendo, Goodluck Jonathan afirmou que “o Presidente Embaló, até ontem, era o presidente da Autoridade de Chefes de Estado e Governo da CEDEAO. Seria de esperar que, como presidente da Guiné-Bissau fizesse o seu melhor. Felizmente, ele é um ex-militar, portanto conhece bem as Forças Armadas. Foi um oficial muito sénior antes de se reformar. Ele tem os seus amigos, seus homens, e assim por diante. Ele deveria ser a pessoa mais capaz de impedir qualquer golpe na Guiné-Bissau. Não podia esperar um golpe que o remova do poder.”

“De qualquer forma, houve eleições – que se anunciem os resultados. Os resultados têm de ser anunciados. Eles até a tomada de posse de um novo presidente no dia seguinte, portanto, o seu mandato estava praticamente terminado. Eu não esperaria que, sendo ele presidente da Guiné-Bissau, um militar aposentado de alto-escalão, organizassem um golpe para o derrubar. Não espero isso, não acredito nisso”, defendeu Goodluck Jonathan.

Questionado sobre se pudesse “falar agora com o presidente Embalo, que conselho lhe daria, e à classe política da Guiné-Bissau, neste momento?”

Goodluck Jonathan respondeu: “bem, eu sei o que a classe política irá fazer – nem preciso aconselhá-los, porque a classe política quererá que os resultados sejam anunciados. A classe política quererá que os resultados das eleições sejam tornados públicos. Ninguém deve brincar com os cidadãos do País. As pessoas faltaram ao trabalho, perderam tempo, ficaram em longas filas para votar e quando chega o momento de anunciar os resultados, aparecem soldados e bloqueiam tudo? A classe política nunca aceitará isso.”

“Quanto aos militares, apelo para que não levem a Guiné-Bissau de volta aos dias sombrios de 2011 a 2014, porque eu era então presidente da Autoridade da CEDEAO e estive envolvido directamente. Muitos militares reconhecem isso quando me viram: ‘sabemos o que fez por nós’. Sabemos o que a Nigéria fez para estabilizar o País. Por isso, é doloroso ver isto a repetir-se. É por isso que digo: Embaló sabe de tudo. O Presidente sabe de tudo. É doloroso que ele, sendo precisamente da Guiné-Bissau, venha agora dizer que os militares tomaram o poder. Isso não é aceitável”, criticou Goodluck Jonathan, antigo Presidente da Nigéria e observador eleitoral do escrutínio da Guiné-Bissau.

De referir que devido ao suposto golpe de Estado na Guiné-Bissau, a União Africana (UA) suspendeu o País. (Omardine Omar)

Tags: BissauBrincarGolpe CerimonialUmaro
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