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Home Desporto

Chiquinho Conde termina contrato com Moçambique após CAN’2025: “Esta é a minha cadeira de sonho”

Chiquinho Conde vê com naturalidade fim do contrato na "cadeira de sonho".

8 de Novembro, 2025
em Desporto
Reading Time: 7 mins read
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Chiquinho Conde termina contrato com Moçambique após CAN’2025: “Esta é a minha cadeira de sonho”

O selecionador moçambicano de futebol, Chiquinho Conde, posa para a fotografia, durante uma entrevista à agência Lusa, onde afirmou ver com naturalidade a possibilidade de terminar o contrato na sua “cadeira de sonho” em janeiro, sublinhando que a missão com os 'mambas' foi, até agora, “patriótica”, em Maputo, Moçambique, 05 de novembro de 2025. Chiquinho Conde, prometeu “fato macaco” e “humildade” no ataque ao “sonho” de uma conquista do Campeonato Africano das Nações (CAN) 2025, cuja estreia será frente à campeã em título Costa do Marfim. (ACOMPANHA TEXTO DA LUSA DE 07 DE NOVEMBRO DE 2025). LUÍSA NHANTUMBO/LUSA

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O selecionador moçambicano de futebol, Chiquinho Conde, disse ver com naturalidade o fim do seu contrato e a saída da sua “cadeira de sonho”, em janeiro, sublinhando que a missão com os mambas foi, até agora, “patriótica”.

“Esta é a minha cadeira de sonho, como sempre disse, aqui estou há quatro anos, quando todos pensariam que, se calhar, fosse só dois anos, porque nos primeiros dois anos eu tinha a obrigatoriedade de qualificar Moçambique para a CAN e para o CHAN [competições africanas]”, afirmou Chiquinho Conde, em entrevista à agência Lusa, a cerca de três meses de terminar o vínculo com a Federação Moçambicana de Futebol (FMF), renovado em 28 de agosto de 2024 até ao fim de janeiro próximo.

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O antigo internacional moçambicano, único jogador a ter representado o país em três edições da Taça das Nações Africanas (CAN), que completa este mês 60 anos, ainda hoje é recordado pela passagem nas equipas principais do Belenenses, Braga, Sporting e Vitória de Setúbal.

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Continuar ou não na seleção após a CAN’2025, que vai ser disputada em Marrocos, entre 21 de dezembro e 18 de janeiro de 2026, é algo que não o preocupa.

“Eu nem sequer ponho isto em mente e na cabeça, as coisas da minha vida acontecem com muita naturalidade. Eu estou aqui na seleção, sou mais um que quer agregar valor e essa, para mim, é uma missão”, afirmou.

Questionado sobre as dúvidas em torno do futuro em Moçambique, Chiquinho Conde reiterou que o mais importante é manter o foco no presente e continuar a servir o país.

“Se fechar uma porta, abrirá sempre uma janela. Se fechar uma janela, abrirá uma porta, eu sou, por natureza, otimista. Por isso, o futuro depende muito do meu presente”, referiu.

Depois de apresentado em outubro de 2021 como selecionador, e apesar das dúvidas que se arrastaram em 2024 sobre a renovação do contrato – que levaram até o então Presidente da República, Filipe Nyusi, a comentar o caso publicamente -, Chiquinho Conde acabou por ser o primeiro a conduzir os mambas a competições continentais de seniores consecutivas, como o CHAN, para jogadores a atuarem nos campeonatos africanos, e para a CAN, em 2024 – 10 anos depois da última presença – e em 2025.

Chiquinho Conde reconhece que o cargo de selecionador é marcado pela instabilidade e comparou-o à incerteza do futebol ironizando.

“O treinador de futebol está sempre com as malas feitas. Eu tenho as minhas malas sempre feitas, porque, se a bola bate no poste e não entra, coloca-se o risco de a viagem estar marcada de imediato”, referiu.

Ainda assim, garante que há feitos que resultam do trabalho como selecionador que já não podem ser apagados em Moçambique.

“Fui o primeiro moçambicano, como selecionador, a qualificar Moçambique para duas CAN consecutivas. Fui o primeiro selecionador a levar a seleção moçambicana para os quartos de final [do CHAN]”, recordou, acrescentando que, além da carreira de treinador, também marcou o país como jogador.

“Fui o primeiro a participar em três CAN como jogador, 1986, 1996, 1998. Fui o primeiro e o único jogador moçambicano a ser convocado para a seleção da África, no jogo entre África e Europa”, lembrou.

Entretanto, Chiquinho Conde foi distinguido em 28 de outubro com o título de Doutor Honoris Causa em Ciências do Desporto pela Universidade moçambicana Púnguè (UniPúnguè), sediada na província de Manica, no centro do país.

O selecionador agradeceu ainda o apoio dos adeptos, apesar das críticas que também recebeu.

“Se ser arrogante é qualificar Moçambique para o CHAN, nove anos depois, então eu sou arrogante”, afirmou, concluindo: “Os maiores valores em termos desportivos, para mim, chamam-se mambas”.

Chiquinho Conde promete empenho e “humildade” de Moçambique no “sonho” da CAN’2025

O selecionador moçambicano, Chiquinho Conde, prometeu empenho e “humildade” no ataque ao “sonho” de uma conquista da Taça das Nações Africanas de futebol de 2025 (CAN’2025), cuja estreia será frente à campeã em título Costa do Marfim.

“Não entrarmos de bico de pés, usamos o nosso fato-macaco, com a nossa humildade, com a nossa crença, acreditar no nosso potencial, sempre, independentemente dos adversários, mas sempre com a mesma humildade”, começou por dizer Chiquinho Conde, em entrevista à Lusa.

O antigo avançado perspetivou a sua segunda presença consecutiva como “timoneiro” dos “mambas” da principal competição africana de seleções, que vai ser disputada em Marrocos, entre 21 de dezembro e 18 de janeiro de 2026.

Chiquinho Conde assegura: “estar sempre patente na nossa cabeça que ganhar é o nosso principal objetivo, mas se não der para ganhar, nunca poderá dar para perder”.

Reconhecendo que a vitória é o “desejo de todos os moçambicanos”, apesar de nas cinco anteriores participações na CAN nunca ter superado a fase de grupos, o selecionador reconhece a “grande responsabilidade”, logo no jogo de estreia, em 24 de dezembro, com a Costa do Marfim, campeã em título.

“Aquilo que eu prometo é que nós vamos trabalhar arduamente para que, de facto, os nossos jogadores possam estar preparadíssimos para esse primeiro confronto, que é o dia 24, e, quiçá, podermos oferecer esta prenda fantástica no dia da família, à nossa família primeiro, e depois a todos os moçambicanos”, disse.

Na fase final de uma competição a que voltou em 2024 (CAN2023, adiada para o ano seguinte) pela mão de Chiquinho Conde, 13 anos depois, o selecionador – que como jogador também marcou presença por três vezes – não deixa de reconhecer que o sonho da vitória final está sempre presente.

Moçambique integra o Grupo F da 35.ª edição da CAN, juntamente com Camarões, que venceu seis vezes a competição, e Gabão, além da Costa do Marfim, que ergueu o troféu em três ocasiões.

“O objetivo passa, fundamentalmente, por passarmos, ou ganharmos o primeiro jogo. Este é o principal objetivo, ganharmos um jogo. E, depois, vamos ver (…) O sonho tem de estar sempre patente (…) quando estamos na seleção nacional, temos de meter na cabeça que queremos ver o que é que está por detrás da parede. O que não conseguimos ainda”, referiu.

O selecionador admitiu que a semana de preparação que vai dispor vai ser curta, atendendo aos muitos jogadores que atuam na Europa, sem, no entanto, prometer foco e compromisso para enfrentar o adversário “poderoso” da primeira jornada.

O derradeiro estágio vai ser realizado no Algarve, a partir de 13 de dezembro, com Chiquinho Conde a concentrar-se nos aspetos táticos e psicológicos, reforçando o espírito e experiência adquirida nos últimos anos pelo mesmo grupo, que também lutou até à última jornada pelo acesso ao Mundial’2026.

“Vamos estudar muito melhor o nosso adversário, que é poderosíssimo”, disse, prevendo também um jogo particular com Angola, igualmente presente na fase final da CAN’2025, em 16 de dezembro, também no Algarve.

“[Vai servir para] Experimentar alguns jogadores que eventualmente eu quero utilizar, dando-lhes mais minutos, dando-lhes mais critério para o jogo”, disse.

Hoje, garante Chiquinho Conde, a seleção moçambicana tem outro nível de preparação e argumentos, que leva ao CAN’2025.

“Estamos mais bem preparados do que estávamos há anos atrás. Essa é a lição da vida, nós aprendemos sempre a fazer as coisas, imitar o que o outro faz de bem e não imitar o que o outro faz de errado. Eu acho que a vida inteira ajuda-nos a perceber que nós podemos ser melhores”, vincou.

Moçambique deixou de “distribuir pontos” para lutar até ao fim pelo Mundial

O selecionador moçambicano considerou um “sucesso” a campanha que levou o país a sonhar até ao fim com o Mundial’2026, destacando a nova etapa do futebol nacional, em que Moçambique deixou de “distribuir pontos” para lutar pela qualificação.

“Foi fantástico ver os meus jogadores a desfrutarem no momento, a colocarem um povo a sonhar por uma posição de relevo naquilo que é a competição para o Mundial”, disse Chiquinho Conde, em entrevista à Lusa, menos de um mês depois de o objetivo ter caído por terra.

Em 9 de outubro, em Maputo, num dia de euforia no país, os mambas perderam por 2-1 na receção à Guiné-Conacri, na penúltima jornada do Grupo G da qualificação africana, quando uma vitória podia carimbar o play-off de acesso ao Mundial’2026, a disputar nos Estados Unidos, no Canadá e no México.

Chiquinho Conde afirma que a equipa “lutou até ao fim” e mostrou crescimento e maturidade competitiva e que, apesar das limitações de convocatória e do pouco tempo de preparação, o grupo manteve a disciplina tática e o foco.

“Não tivemos muita margem de recrutamento dos jogadores e quero aqui frisar que fizemos uma primeira volta imaculada”, afirmou, lembrando que Moçambique ombreou praticamente até à última jornada com seleções como Argélia, Uganda e Guiné-Conacri.

Moçambique terminou mesmo a fase de apuramento com um recorde de pontos e em igualdade pontual com o segundo classificado, o Uganda, que se apurou para o play-off, enquanto a Argélia se qualificou diretamente, no primeiro lugar.

O antigo avançado, que completa este mês 60 anos, elogiou ainda o espírito de grupo, com os jogadores a mostrarem “dedicação e patriotismo”, acrescentando que o percurso na qualificação, que Moçambique terminou em terceiro lugar do grupo, representa uma nova etapa do futebol nacional.

“Outrora, nós só distribuíamos pontos. Isto é um sinal também de crescimento. Obviamente que eu percebo que o adepto dos mambas querem ganhar sempre, mas também temos de pôr os pés no chão e perceber que as coisas são feitas de forma paulatina e nós vamos aprender com os erros e vamos crescer com aquilo que esteve mal”, concluiu.

Sobre o contributo dos atletas que evoluem no futebol português, Chiquinho Conde foi claro afirmando que a seleção tem em Geny Catamo a “coqueluche”, o primeiro bicampeão moçambicano pelo Sporting, e “um orgulho para todos” os compatriotas.

Aproveitar a experiência dos moçambicanos a jogarem em Portugal tem sido uma aposta, garantiu, mesmo os de clubes de divisões inferiores ou equipas B ou sub-23, como é o caso do guarda-redes do Marítimo Kimiss.

“[Guarda-redes] Que eu estou a colocar já na seleção AA para começar a ganhar essa experiência, para fazer essa ponte, porque é isso que nós temos que fazer paulatinamente”, vincou Chiquinho Conde. (LUSA com O Jogo)

Tags: CANChiquinho CondeContratoSonho
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