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Home Análise global Eleições em Moçambique

“Há uma mão estranha na Comissão, que movimenta a Comissão Nacional de Eleições”, denuncia vice-presidente da CNE

INTEGRITY-MOÇAMBIQUE, 29 de outubro de 2024-Fernando Mazanga, vice-presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE), falando na edição desta segunda-feira do CIPCast, levantou preocupações sérias sobre a independência da instituição em que é um dos dirigentes, afirmando que forças externas controlam suas decisões.

29 de Outubro, 2024
em Eleições em Moçambique
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“Há uma mão estranha na Comissão, que movimenta a Comissão Nacional de Eleições”, denuncia vice-presidente da CNE
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“Há uma mão estranha na Comissão, que movimenta a Comissão Nacional de Eleições”, declarou Mazanga, sugerindo que a influência externa limita a capacidade dos membros da CNE de actuarem de forma autônoma e transparente.

Segundo o vogal mandatado pela RENAMO, temas discutidos internamente não são seguidos em detrimento de outras decisões discutidas à margem da mesa de discussão da CNE, o que para este, expõe falhas graves na gestão do processo eleitoral e compromete a democracia no país.

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“E isto é muito perigoso para o processo da democracia. Eu posso ter minhas suspeitas, mas se eu não tenho provas, não posso apresentar nada. Mas a verdade é esta,” disse.

Mazanga, que tem um longo histórico na Comissão, indicou que nunca havia presenciado uma situação tão grave e comparou a actual gestão a uma “Inquisição”, onde as decisões são impostas sem debate. E descreveu o recente processo eleitoral como a pior de todas em termos de irregularidades, apontando problemas como boletins de voto pré-preenchidos e a discrepância no número de eleitores contabilizados, questionando a integridade dos resultados anunciados, que declararam Daniel Chapo vencedor com 70,69% dos votos.

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Outro ponto destacado por Mazanga foi o elevado número de boletins em branco e votos nulos. Para este, isso indica que o sistema pode estar viciado, e que as abstenções são consequência de práticas como a coleta de cartões de eleitores por forças políticas, prejudicando a legitimidade do pleito. Também, mencionou que muitos boletins foram encontrados já marcados, sugerindo uma manipulação organizada.

Na mesma ocasião, Mazanga detalhou ainda os problemas na distribuição dos boletins de voto, que, embora supervisionados pela CNE na África do Sul durante a produção, enfrentam descontrole ao chegarem aos armazéns provinciais e distritais. “Esses são os sítios onde vai ser… Aliás, nós tivemos casos gritantes que foram sendo relatados que o armazém X foi arrombado, e depois estamos a encontrar boletins a pulular e pré-votados”, revelou, indicando uma possível manipulação no transporte e armazenamento dos materiais eleitorais ao longo das províncias e distritos.

“O problema começa na província. O problema começa nos STAE’s provinciais. O problema vai depois para os STAE’s distritais”.

De referir que Fernando Mazanga foi um dos vogais que votou contra os resultados eleitorais proclamados pela CNE que dão vitória “esmagadora” da Frelimo e ao seu candidato presidencial Daniel Chapo com cerca de 70% dos votos. E foi também Mazanga que dias antes da votação, denunciou que se pretendia usar um tipo de urnas que iam contra a nova lei eleitoral, ao que foi ignorado pela CNE e pelo Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE). (Bendito Nascimento)

Tags: AutoridadeCNEMAZANGAMovimentar
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