Após a descoberta do equívoco no sequestro, os homens não hesitaram em solicitar os serviços de um txopelista, pagando o valor da viagem para devolverem o homem ao convívio familiar.
Em uma entrevista à imprensa, o tradutor do cidadão em questão relatou que o paquistanês afirmou ter sido mantido em cativeiro no bairro da Munhava, onde os sequestradores discutiam sobre grandes quantias de dinheiro, do seu resgate, mas não conseguiram se comunicar adequadamente devido às barreiras linguísticas.
Diante dessa situação, a Polícia da República de Moçambique (PRM) declarou que os sequestradores cometeram o crime de cárcere privado e sublinhou que está a trabalhar para neutralizar criminosos.
É importante salientar que o paquistanês é um funcionário de um armazém de venda de roupas de segunda mão na cidade da Beira. (Texto: TV Sucesso)