Entretanto, estes queixam-se que o Conselho Municipal de Quelimane, pois embora tenha ajudado bastante na limpeza do local, este não está permitir que os comerciantes reconstruam as bancas e barracas, alegadamente por haver uma intenção de colocar uma pá escavadora para nivelar o local.
Portanto, a pretensão da edilidade, não é vista com bons olhos, por parte dos comerciantes, vítimas do incêndio, porque segundo avançam, “cada um sabe onde estava a sua banca ou barraca antes da tragédia. A ideia de rasparem, é para depois delimitar e por fim cobrar dinheiro para atribuição dos nossos próprios espaços”, acusaram para depois acrescentarem que “nós somos honestos, o que queremos é apenas o município autorizar a reconstrução e com nossos meios vamos avançar, é único pedido que fizemos ao município”, remataram as vítimas do incêndio havido na madrugada da última terça-feira (01/08).
Em entrevista concedida à “Integrity” revelaram que as suas vidas estão paralisadas, porque “a única fonte de renda se foi. Queremos voltar o mais breve possível aos nossos negócios. Pedimos apenas autorização ao município para nos autorizar a reconstruir”, disse um comerciante que pediu anonimato.
Na tarde da última quinta-feira, um grupo de comerciantes, cujas bancas e barracas foram devoradas pelo fogo, fizeram-se a sede do Conselho Municipal de Quelimane para junto da Vereação das Actividades Económicas da Autarquia, implorar a autorização e recusar a intenção da edilidade de raspar o local, num encontro entre ambas partes, presenciado pelo Presidente da Assembleia Municipal de Quelimane e outros quadros da autarquia, a porta fechadas, aonde foi impedido o acesso aos jornalistas para cobertura, o desfecho do mesmo não foi satisfatório ou a favor dos comerciantes.
Já na sexta-feira, as vítimas aglomeraram-se no local do incêndio, na perspectiva de aguardar a presença da edilidade para autorizar o reinício das suas vidas e impedir a entrada da máquina niveladora.
Na ocasião, à Imprensa questionou sobre a possível culpa do partido Frelimo de ser a mentora do incêndio, eis que responderam, que “foi um acidente, para nós aquilo foi curto circuito. Mas o mais triste, é que as pessoas estão a transportar o nosso sofrimento para a política. O que nós queremos agora é ajuda para voltarmos a nossa vida normalmente e recuperarmos o que perdemos”, disseram Sérgio João e Abrão Mobrica.
No entanto “Integrity” sabe da vontade de várias frentes sociais para apoiar os comerciantes, mas que tal acto está dependente da autorização pelo Conselho Municipal de Quelimane para o retorno da actividade. (Gil Namelo, em Quelimane)








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